Gershwin Plays Gershwin: The Piano Rolls
Facts
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Gershwin Plays Gershwin: The Piano Rolls
Music Price: You save 21%! As of Nov 15 14:47 EST (details)
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| Studio | Nonesuch |
| Release Date | November 9, 1993 |
| UPC Code | 075597928723 |
| Buy this item | $14.99 at Amazon.com As of Nov 15 14:47 EST (details) 1 Audio CD, Usually ships in 24 hours, |
Tracks
- Sweet And Lowdown - George Gershwin,
- Novelette in Fourths - George Gershwin, Gershwin, George
- That Certain Feeling - George Gershwin,
- So Am I - George Gershwin,
- Rhapsody in Blue - George Gershwin, Gershwin, George
- Swanee - George Gershwin, Caesar, Irving
- When You Want 'Em You Can't Get 'Em, When You've Got 'Em, You Don't Wan - George Gershwin, Gershwin, George
- Kickin' The Clouds Away - George Gershwin,
- Idle Dreams - George Gershwin,
- On My Mind The Whole Night Long - George Gershwin,
- Scandal Walk - George Gershwin,
- An American in Paris - George Gershwin, Gershwin, George
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User Reviews
Average user review:| Album for a Friend |
Dear Art,
The 1890's and early 1900's had their Ragtime music. In the 1920's the popular sound was know as Tin Pan Alley. As a young composer George Gershwin was a major contributor to the Tin Pan Alley music genre.
This album is comprised mostly of Gershwin's Tin Pan Alley tunes with two exceptions; the most notable of these is a piece that he debuted in concert in 1925. It was a jazz/classical work that clearly shows its Tin Pan Alley roots. While it was panned by the critics of the day it is now considered to be one of the great works of classical music. It is his Rhapsody in Blue (track 5).
After listening to this album I now know that not only was Gershwin a great composer, he was a fantastic pianist. He had a terrific sense of rhythm anad he played around with the tempo of the music with wondrous effect.
I hope that you enjoy the album as much as I did. If not, at least you have a new coaster for your tea glass.
Your friend,
Bill August 27, 2008
| Who better to play Gershwin than Gershwin? |
| A Caveat |
| Recomendo |
Os primeiros imigrantes ingleses que por lá chegaram eram, em sua imensa maioria, quakers ou puritanos que renegavam a tradição clássica de um William Byrd ou de um Thomas Tallis, tradição esta ligada ao papismo por eles condenado. Mais interessados em sobreviver na nova terra, suas preocupações não consistiam em tocar violino ou compor sinfonias, mas sim em construir casas, plantar hortas e lutar contra índios. Os únicos resquícios de alguma música eram os singelos hinos religiosos, totalmente voltados para a manutenção da fervorosa e rígida fé puritana. Ninguém cantava ali para se divertir ou fazer arte pela arte. Cem anos depois, chegam os primeiros negros, arrancados violentamente de várias aldeias distintas e amontoados praticamente nus em porões de navios. Sem poderem trazer qualquer instrumento musical, toda a sua música estava depositada em suas mentes escravizadas. Cantos, dialetos e ritmos de diversas regiões da África foram obrigados a conviver, fornecendo aquilo que se costuma denominar de herança musical africana: uma colcha de retalhos de vagas lembranças musicais misturadas entre si pelo liquidificador da escravidão.
É desse quadro caótico e musicalmente frágil que, ao longo de quatrocentos anos, surgem as formas musicais populares e eruditas no Novo Mundo. Na arena clássica, somente no século XX o EUA se libertará do absoluto domínio da música clássica alemã - e essa libertação se deve muito mais às guerras com a Alemanha do que por uma vitalidade real da música erudita norte-americana. É também apenas no século XX que os músicos brancos iriam abandonar o lucrativo hábito de ridicularizar o homem negro através do minstrel e passariam a criar um teatro de revista com música popular que podemos denominar de genuinamente norte-americana. Tem coisa mais norte-americana que a Brodway? E, também apenas no século XX, os negros e mulatos (creoles) criam o jazz, forma de arte popular que melhor representa o espírito, o corpo e a medula musical desse novo país. Assim, considerando a música norte-americana como uma fita, ela será como a fita de Möebius: parece ter dois lados, mas possui apenas um.
Toda a insegurança e pobreza da música clássica norte-americana é atenuada pela solidez e complexidade de sua música popular. Atuando como uma espécie de caldeirão musical, o jazz soube utilizar a estrutura da música popular - tão apreciada pelo público norte-americano em detrimento da ópera - para produzir uma forma de arte original, única, absolutamente distinta de qualquer outra tradição musical. Reunindo todos os elementos que encontrava pelo caminho, o músico de jazz terminou por realizar aquilo que ninguém poderia imaginar: colocou um fim na rígida divisão entre o popular e o erudito. Mostrou que a música, assim como a estranha fita, tem apenas um lado. Embora não seja classificada como jazz, a música de Gershwin faz parte desse processo centrífugo de criação musical, sabendo reconhecer a beleza de certas contribuições trazidas pelo jazz à música popular tradicional. Ele talvez tenha sido um desses grandes músicos norte-americanos que incomodaram bastante a tradição: sua música é complexa demais para ser considerada popular, mas é simples demais para ser considerada clássica. No Gramophone Jazzseen você ouve Rhapsody In Blue, tocada pelo próprio Gershwin e registrada num rolo de pianola em 1925. Agora decida você mesmo: quantos lados tem a fita ? September 3, 2007
| Wonderfully American |
When I listen to this CD now, and which is most surpring to me, I hear a profound pride in America - back "before." I play it when I have people over and we put burgers on the grill. This CD is the song of sitting in my back yard with the clouds blowing by and for the moment things feel OK.
"Before" - OK, there is no old perfect Amercia; but I'm thinking of the time before we learned to distill petroleum into toxic pollution, before pride meant vanity and thuggery, before hate-filled invective became public amusement, and before presidents went to war because it was good for business. May 13, 2007
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